Orangotangos fazem ninhos q tem q suportar seu peso, a chuva, dar conforto e podem impressionar os outros. Cientistas tem eventos e revistas para aparecer. Performances deixam evidentes as virtudes. Como os artistas, posições de destaque na comunidade proporcionam mais e melhores cópulas. Sacerdotes também tem essas vantagens. Cientistas talvez sintam-se mais confortáveis q artistas com a ideia de que sua cognição tem origem num estímulo animal. E talvez entendam melhor que vaidade, senso estético, ritual e engenharia humana são +ou- como juba de leão, cauda de pavão e engenharia/arte de orangotango ou veneno de lacraia.
Se o leão acaba por ter alguma proteção adicional num ataque à sua jugular com a juba, o mesmo não dá pra dizer sobre a cauda do pavão. Mais certo é que as duas adaptações evolutivas funcionam sinalizando a qualidade genética e histórico de bom desempenho. Jubas +negras e caudas +exuberantes atestam saúde e sucesso. O orangotango pode calcular isso observando um sinal honesto e indisfarçável nas flanges dos machos. Saber comparar bochechas maiores e vistosas pode ser suficiente para evitar uma luta e escolher um parceiro. Numa espécie com bimaturismo, em que alguns machos sequer atingirão maturidade com tamanho de adulto, os menores e discretos só terão chance em cópulas furtivas.
Orangotangos tem muitos desafios. São os maiores primatas que vivem nas árvores. Fazem ninhos complexos que podem ser observados pelas fêmeas. Elas levariam em consideração sua aparência num cálculo associado à força física dos construtores dessas estruturas? A "beleza" das estruturas poderia sinalizar (até superfaturando) a habilidade dos engenheiros, mas eles tem que efetivamente resistir à chuva, à gravidade e ao vento. A competência em criar ninhos pode ser ensinada de mãe pra filho numa longa infância. E diferente do que acontece com o pássaro-caramancheiro, há cultura aí. Arte e engenharia são parentes cognitivos. São adaptações evolutivas dispendiosas. Qual surgiu antes? E se a boa 'Engenharia' do orangotango que aparece em seu ninho efetivamente o protege melhor da gravidade e da chuva, a falsa sofisticação elaborada pela sua 'Arte' também não sinaliza honestamente outras virtudes?
Se o leão acaba por ter alguma proteção adicional num ataque à sua jugular com a juba, o mesmo não dá pra dizer sobre a cauda do pavão. Mais certo é que as duas adaptações evolutivas funcionam sinalizando a qualidade genética e histórico de bom desempenho. Jubas +negras e caudas +exuberantes atestam saúde e sucesso. O orangotango pode calcular isso observando um sinal honesto e indisfarçável nas flanges dos machos. Saber comparar bochechas maiores e vistosas pode ser suficiente para evitar uma luta e escolher um parceiro. Numa espécie com bimaturismo, em que alguns machos sequer atingirão maturidade com tamanho de adulto, os menores e discretos só terão chance em cópulas furtivas.
Orangotangos tem muitos desafios. São os maiores primatas que vivem nas árvores. Fazem ninhos complexos que podem ser observados pelas fêmeas. Elas levariam em consideração sua aparência num cálculo associado à força física dos construtores dessas estruturas? A "beleza" das estruturas poderia sinalizar (até superfaturando) a habilidade dos engenheiros, mas eles tem que efetivamente resistir à chuva, à gravidade e ao vento. A competência em criar ninhos pode ser ensinada de mãe pra filho numa longa infância. E diferente do que acontece com o pássaro-caramancheiro, há cultura aí. Arte e engenharia são parentes cognitivos. São adaptações evolutivas dispendiosas. Qual surgiu antes? E se a boa 'Engenharia' do orangotango que aparece em seu ninho efetivamente o protege melhor da gravidade e da chuva, a falsa sofisticação elaborada pela sua 'Arte' também não sinaliza honestamente outras virtudes?
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