terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Juntada de notas em constante acréscimo e arrumação.

Sociobiologia
Evolução
Neurociencia
Humanidades (Sociologia,Psicologia, Antropologia, etc)
Educação 
Estética
Pesquisa em Arte
Gnoseologia  (Popper, Reducionismo e Transdisciplinaridade)




Bibliografia Primatas


'os bonobos simboliza o lado do bem. Eles compartilham comida com estranhos, ficam perto de suas mães mesmo após a infância, o que demonstra um comportamento similar aos humanos. Já os chimpanzés fazem guerra, matam, não dividem o alimento com quem não conhecem, ou seja, este seria o lado mais egoísta dos seres humanos. Além disso, eles tendem a serem melhores no manuseio de ferramentas e terem cérebros maiores.'




Margem esquerda do Rio Congo



'os bonobos simboliza o lado do bem. Eles compartilham comida com estranhos, ficam perto de suas mães mesmo após a infância, o que demonstra um comportamento similar aos humanos. Já os chimpanzés fazem guerra, matam, não dividem o alimento com quem não conhecem, ou seja, este seria o lado mais egoísta dos seres humanos. Além disso, eles tendem a serem melhores no manuseio de ferramentas e terem cérebros maiores.'



Apesar das evidentes semelhanças, bonobos e chimpanzés comportam-se de modo muito diferente. Os primeiros, cuja área de distribuição se limita às florestas da margem esquerda do rio Congo, são menos violentos e mais propensos a fortalecer laços afectivos. Uma investigação recente revela novas pistas sobre a vida sexual e o comportamento social destes primatas.


'os bonobos simboliza o lado do bem. Eles compartilham comida com estranhos, ficam perto de suas mães mesmo após a infância, o que demonstra um comportamento similar aos humanos. Já os chimpanzés fazem guerra, matam, não dividem o alimento com quem não conhecem, ou seja, este seria o lado mais egoísta dos seres humanos. Além disso, eles tendem a serem melhores no manuseio de ferramentas e terem cérebros maiores.'


Apesar das evidentes semelhanças, bonobos e chimpanzés comportam-se de modo muito diferente. Os primeiros, cuja área de distribuição se limita às florestas da margem esquerda do rio Congo, são menos violentos e mais propensos a fortalecer laços afectivos. Uma investigação recente revela novas pistas sobre a vida sexual e o comportamento social destes primatas.


'Feldblum acredita, após analisar os registros da interação social dos chimpanzés, que a briga começou por “uma luta de poder entre os machos de alta hierarquia”. Ao que parece, a incomum baixa quantidade de fêmeas disponíveis registrada na época tornou a disputa mais complexa, fazendo com que a violência crescesse velozmente. “É triste ver a sequência de eventos na qual uma comunidade maior aniquilou por completo a menor e, depois, tomou seu território”, declarou.'







O Macho Demoníaco
Richard Wrangham e Dale Peterson, Editora Objetiva, 1998.


Depois de estudar cinco grupos separados de chimpanzés e dois grupos individuais de bonobos, eles descobriram que essa guerra pode ser a razão pela qual as sociedades bonobo são dominadas por fêmeas e as comunidades de chimpanzés são dominadas por machos. Acontece que, embora todos os grupos de chimpanzés tenham sido sexualmente segregados, com os machos preferindo socializar com os machos, nas comunidades bonobo ambos os sexos gostaram preferencialmente de se socializar com as fêmeas.


Os pesquisadores argumentam que a guerra observada em uma espécie e não na outra pode ajudar a explicar essas diferenças sociais. Os chimpanzés precisam cooperar com outros machos, enquanto eles real


Wrangham explica a diferença dizendo que o segredo da paz reside no poder das fêmeas. Em defesa dessa idéia constrói um cuidadoso raciocínio. Indo por etapas, o cientista lembra, primeiro, que esses animais ocupam regiões relativamente vazias de gorilas, os quais, em contraposição, disputam certos tipos de comida com os chimpanzés, como cascas e galhos de árvore.


Isso assegura fartura na mesa dos bonobos, composta na maior parte das vezes de frutas. A conseqüência é que as tropas não têm motivos muitos fortes para confrontos sangrentos, e os machos dentro de cada bando não formam gangues tão aguerridas e coesas como as dos chimpanzés. Em vez disso, são as fêmeas que se unem, estabelecendo laços fortes de amizade durante as buscas de alimentos, sempre disponíveis na proximidades do território que ocupam.


Eu, primata – Por que somos como somos


Imagens do Bonobo, o chimpanzé mais parecido com o Homem 


Há semelhanças entre chimpanzés, bonobos e CEOs


Bonobo




Chimpanzés tem ritmo?
'3 experimentos mostraram que: 1) uma batida auditiva induziu oscilações rítmicas e outros movimentos rítmicos, com respostas maiores dos chimpanzés masculinos do que dos chimpanzés femininos; 2) batida aleatória, bem como oscilação rítmica induzida por batida regular e tempo de batida afetavam a periodicidade do movimento em um chimpanzé em uma postura bípede; e 3) um chimpanzé mostrou proximidade com a fonte sonora ao ouvir estímulos auditivos. A descoberta de que os chimpanzés machos mostraram uma resposta maior ao som que os chimpanzés femininos foi consistente com a literatura anterior sobre "danças de chuva" na natureza, onde os chimpanzés machos se envolvem em exibições rítmicas ao ouvir o som da chuva começando. O fato de o balanço rítmico ter sido induzido independentemente da regularidade do ritmo pode ser uma diferença crítica em relação aos humanos e um estudo adicional deve revelar as propriedades fisiológicas do som que induzem movimentos rítmicos nos chimpanzés. Esses resultados sugerem que existia alguma base biológica para a dança no ancestral comum de humanos e chimpanzés por volta de 6 milhões de anos atrás. Como tal, este estudo apóia as origens evolutivas da musicalidade.'







Música e dança são universais na cultura humana e têm uma história antiga. Uma característica da música é sua forte influência no movimento. Por exemplo, uma batida auditiva induz movimento rítmico com emoções positivas em seres humanos desde os estágios iniciais do desenvolvimento. 



"Em três ocasiões distintas, os bonobos foram vistos organizando grupos de caça, que resultaram na captura e consumo de macacos. Duas outras caçadas terminaram em fracasso. Notavelmente, as fêmeas se envolvem ativamente na busca de presas - algo que nunca é visto em chimpanzés comuns. O líder do estudo, Dr. Gottfried Hohmann, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária em Leipzig, Alemanha, disse: "Essas descobertas são particularmente relevantes para a discussão sobre domínio masculino e vínculo, agressão e caça - um domínio que se pensava separar chimpanzés e bonobos. "Nos chimpanzés, o domínio masculino está associado à violência física, caça e consumo de carne. Por inferência, a falta de domínio masculino e violência física é freqüentemente usada para explicar a relativa ausência de caça e consumo de carne nos bonobos. Nossas observações sugerem que, em contraste com as premissas anteriores, esses comportamentos podem persistir em sociedades com diferentes relações sociais ". As novas observações, relatadas na revista Current Biology, desafiam a visão amplamente aceita de que o domínio e a agressão masculinos estão causalmente ligados ao comportamento de caça.




Sociobiologia



Desigualdade em Búfalos 
https://books.google.com.br/books?hl=pt-PT&lr=&id=5FUs3eujlFwC&oi=fnd&pg=PR9&dq=inequality+between+animals+same+species&ots=Myyrtf47m9&sig=v0Uat_1Y3iFkCO22ANnmXGnKUtM#v=onepage&q=inequality%20between%20animals%20same%20species&f=false




"dois sistemas comportamentais descritos por etólogos - comportamento ritualizado e brincadeira - contribuíram para o meu pensamento sobre a interação ancestral mãe-bebê e seus fundamentos neurobiológicos, que são a base da minha hipótese. Proponho que, durante a evolução humana, substratos neurobiológicos para a comportamento de cuidar, presente em todos os mamíferos, foi cooptado, estendido e intensificado através do processo biológico de ritualização para se tornar um solução adaptativa humana que abordava o desamparo sem precedentes de lactentes humanos e sua necessidade de cuidados maternos prolongados após o nascimento (...) Eu afirmo que a interação mãe-bebê ritualizada - e os recursos que compartilha com o jogo - deu origem às artes. Sendo inatamente receptivo aos cinco dispositivos que caracterizam comportamentos ritualizados, os artistas alteram aspectos comuns de mundo cotidiano (objetos, lugares, sons e ações) deliberadamente fazendo-os extraordinários, como se traduzidos para outro domínio, que é então considerado especial, imaginário, elevado ou transfigurado. Eu chamo isso, que é  universalmente observável, de artificação da atividade transformadora. Ao contrário da maioria dos outros conceitos de arte, considera a arte como uma atividade e não exige que os resultados sejam qualificados ou bonito."




Infelizmente, por absoluta ignorância da literatura produzida por esse exercício de aproximação, a Antropologia brasileira, biofóbica por natureza, tem tentado re-inventar a roda quando instada a resolver problemas de sustentabilidade de sociedades de pequena escala, sobretudo tribais. Ou então requentar os mesmos marcos teóricos por eles utilizados há décadas para investigar formas de representação simbólicas, gerando dados absolutamente irrelevantes para os tomadores de decisão. O que hoje se denomina nos Estados Unidos de Antropologia Ambiental tem forte embasamento teórico herdado da Ecologia Cultural e da Antropologia Ecológica senso estrito. O maior indicador dessa ignorância teórica, e da biofobia por trás dela, é que o livro Theory of Cultural Change, de Julian Steward, de 1955 e Pigs for the Ancestors, de Roy Rappaport, de 1968, obras seminais na Antropologia de inspiração evolucionista e funcionalista, jamais foram traduzidos para o português. Vou tentar a seguir fazer uma síntese sobre essa literatura básica, e de como o conceito de evolução foi por ela apropriado, utilizando como base quatro das sete perguntas a mim encaminhadas.


Rapchan, E., & Neves, W. (2005). Chimpanzés não amam! Em defesa do significado . Revista De Antropologia, 48(2), 649-698.


Evolução darwiniana e ciências sociais - Walter Neves



Convergência entre biologia evolutiva e ciências sociais - MARF Cerqueira



Abordagens biossociais na sociologia: biossociologia ou sociologia evolucionista? - ALR Lacerda - Revista Brasileira de Ciências Sociais, 2009



Natureza humana e história: uma réplica à Sociobiologia - K Bock - 1982 - Zahar



“NEUROECONOMIA: Ensaio sobre a sociobiologia do comportamento” - Ana Maria Lourenço Paiva



Luto de elefantes



Modelling the coevolution of joint attention and language
Tao Gong and Lan Shuai




Evolution of cognition: A comparative approach
Ludwig HuberAnna Wilkinson




How Does the Protoconsciousness Concept of Dreaming Fit with Your Model of the Animal Mind? Do Dogs, Parrots, and Monkeys “Think” Without Words?
Ludwig Huber




Penguin language obeys same rules as human speech, researchers say



There's a Weird Similarity Between Chimp Communication And Human Language



Paschoalotte, Leandro Módolo. A Voz Neodarwinista Sobre Os Humanos: Os Novos Significados Histórico-sociais Da Ontologia Biocientífica. Tese. 2018.


'Do DNA como representação da “essência do nosso ser” aos “homens geneticamente criminosos”, vemos inúmeros enunciados serem vocalizados em livros, em reportagens e mídias em geral – especializados ou não – que, como diria Gyorgy Lukács, derivam ontologicamente as características do ser social daquelas constitutivas do ser natural. Desde a inauguração, na década de 1970 com a sociobiologia de Edward Wilson e Richard Dawkins, até os dias de hoje, a figuração do humano baseado na Teoria Sintética da Evolução vem se aperfeiçoando e se propagando nas distintas áreas do saber e da cultura. De forma geral, parte dominante desse pensamento interpreta as qualidades ontológicas dos humanos e, por consequência, suas características como resultados adaptacionista da evolução da nossa espécie com base na fitness genética'


Análise biocomportamental e os termos 
psicológicos: uma proposta metodológica para o 
estudo das emoções
Diego Zilio Alves e Maria Helena Leite Hunziker


Em outras palavras, a “operacionalização” do medo consiste em focar no contexto experimental apenas as variáveis comportamentais e fisiológicas normalmente associadas ao conceito. Metáforas, termos subjetivos e construtos hipotéticos estão ausentes."


Sabe-se que a amígdala recebe conexões neurais de áreas relacionadas à recepção de estímulos, principalmente o tálamo sensorial e os córtices sensoriais (LeDoux, 2000). O núcleo geniculado lateral do tálamo recebe axônios do nervo óptico e faz conexões com dendritos do córtex visual (no lobo occipital). Já o núcleo geniculado medial do tálamo tem idêntica função, exceto que relativa ao córtex auditivo. Ambas as áreas, tanto do tálamo quanto dos córtices sensoriais, fazem sinapse com a amígdala (LeDoux, 1995, 1998, 2000, 2002; Davidson; Sutton, 1995). Por outro lado, os axônios amigdalares fazem sinapse com áreas neurais relacionadas à ocorrência das diversas respostas de medo. Especificamente, o núcleo central da amígdala faz sinapse com o hipotálamo lateral, relacionado à resposta galvânica da pele, dilatação da pupila, pressão sanguínea e taquicardia; com o núcleo motor dorsal do vago (nervo vago), relacionado à urinação e defecação; com o núcleo reticular caudal da ponte, relacionado à resposta de sobressalto; com o núcleo motor do trigêmeo, relacionado à atividade dos músculos faciais (i.e., expressão facial de medo); e com o núcleo paraventricular do hipotálamo, associado à secreção de corticosteroide (evento normalmente caracterizado como “marcador de stress”) (Davis; Whalen, 2001). Portanto, a amígdala parece ser um centro neural cuja função é a modulação do valor “emotivo” de estímulos a partir de sua associação com as respostas de medo. No caso dos seres humanos, assim como em outros animais, sabe-se que o condicionamento de medo ocasiona o aumento da atividade da amígdala (Büchel; Dolan, 2000; Labar et al., 1998; Phelps, 2006), que há maior atividade da amígdala quando são apresentadas expressões faciais de medo e/ou raiva, em comparação às outras expressões (alegria, tristeza Encontro_com_as_ciencias_cognitivas_[MIOLO]_Graf-v1.indd 92 02/12/2015 13:28:51 ENCONTRO COM AS CIÊNCIAS COGNITIVAS   93 etc.) (Phelps, 2006; Sprengelmeyer et al., 1999); e que há correlação entre o aumento da atividade da amígdala com o aumento da atividade de áreas subcorticais (tálamo), mostrando que o circuito parece ser semelhante ao de outros animais, no qual há dois caminhos até a amígdala – cortical e subcortical (LeDoux, 2002). Pesquisas sobre lesões bilaterais da amígdala, por sua vez, sugerem que pacientes lesionados são insensíveis ao condicionamento de medo, possuem déficit em tarefas de reconhecimento de emoções em expressões faciais (especialmente as expressões de medo), possuem déficit em tarefas de reconhecimento de emoções em estímulos sonoros (especialmente os relacionados ao medo), e são menos suscetíveis ao transtorno de estresse pós-traumático (cf. Büchel; Dolan, 2000; Koennigs et al., 2008; Labar et al., 1998; Phelps, 2006; Sprengelmeyer et al., 1999).





Reducionismo e Transdisciplinaridade 


Construcionismo social: uma crítica epistemológica - Gustavo Arja Castañon 



Sociólogos, filósofos e afins também terão que encarar o big data.







Paper sobre cognição incorporada cita Merleau-Ponty (filosofia), Strauss (antropologia), Saussure (linguística), Fodor e Ramachandran, um neurocientista indiano que trabalha com membros fantasmas.
Por incrível que pareça, ter um corpo físico não é o suficiente para experimentar a sensação de ter um corpo físico. Além dos membros fantasmas, tem muitas distorções de imagem corporal após danos cerebrais certos e ilusões corporais induzidas. No artigo eles discutem duas opções epistemológicas: a representativa (experiência corporal a partir da ativação de módulos cognitivos específicos dedicados às representações corporais) e estruturalista (experiência corporal como epifenômeno tanto da integração multissensorial quanto da cognição).

https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fnhum.2019.00316/full?utm_source=ad&utm_medium=fb&utm_campaign=ba_sci_fnhum&fbclid=IwAR3wlMTmz9BzznAkgLxvI2wgoDNyYfMHC7_OYm8WIUAcp96sV5WcQLdON_Q#B22



" McIntyre (1999) mostra as relações históricas entre as três principais ciências da natureza: Biologia, Física e Química. Para esse autor o triunvirato dominante das ciências naturais tem na Física a figura de um ‘irmão mais velho’, na Biologia a de um ‘irmão caçula’ e na Química, o ‘filho do meio’. O irmão mais novo é rebelde e o irmão do meio é dominado pelo irmão mais velho. De maneira que a Biologia luta para manter sua independência ao passo que a Química tem uma longa tradição de seguir junto à Física."



"Esboço de uma taxonomia dos empreendimentos reducionistas"
Filosofia e História da Biologia, v. 9, n. 1, p. 19-38, 2014.
Resumo: Embora possa ser útil em muitos casos, a clássica distinção entre reducionismo ontológico (ou constitutivo), reducionismo teórico (ou epistemológico) e reducionismo explicativo (ou metodológico), não contempla toda a variedade de contextos nos quais o reducionismo entra em questão. Com o único objetivo de alertar para essa insuficiência, aqui é delineada uma distinção entre cinco tipos diferentes de empreendimentos reducionistas: Redução Intranível Teórica; Redução Intranível Fatorial; Redução Internível Teórica; Redução Internível Casuística; e Redução Composicional. Nosso foco de análise está nas Ciências


Abordagem termodinâmica da vida



Transdisciplinaridade
O manifesto da transdisciplinaridade  



Rumo à nova transdisciplinaridade



Inter ou transdisciplinaridade



Semiosis as an emergent process



The Re-Emergence of the Emergence Debate



Modos de irredutibilidade das propriedades emergentes



Emergence theories and pragmatic realism



Uma revisão dos termos ou, no mínimo, a sua problematização parece boa e inevitável. Ressignificar os conceitos mais politizados pode ser uma forma de reinicar esses debates tão graves. Sobre a relação entre "xenofobia e racismo" com conflitos intergrupais e ou altruísmo paroquial, seria de equivalência? Haveria combinações de fatores e algum deles seria determinante? Como a disponibilidade de recursos, por exemplo? Sua oferta ou escassez afeta como as inclinações verificadas? Discutir a natureza dessas relações, definir suas dinâmicas e vieses


"Jaroslava e a professora Maria Emilia Yamamoto, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), são organizadoras de um dos únicos manuais sobre o tema produzidos no Brasil. Ela explica que, na psicologia, as comparações não são feitas apenas entre diferentes culturas, mas também com outras espécies, cujo comportamento é estudado pelo campo da etologia. “Raramente nós vamos dizer que algo é muito específico e humano antes de fazer uma comparação filogenética, antes de olhar para outras espécies e tentar entender onde esse comportamento, essa tendência psicológica surgiu no passado”, diz a docente da USP."













Pensador registra conceito



Metaontologia
A teleologia e a aleatoriedade no estudo das ciências da natureza: sistemas, ontologia e evolução - Paulo Pereira Martins Júnior, Vitor Vieira Vasconcelos



O resgate da epistemologia - João Arriscado Nunes
" foi ganhando contornos a proposta de uma outra epistemologia radicada nas experiências do Sul global. Procura-se neste artigo explorar as possibilidades de criação de um espaço de diálogo entre a crítica (“naturalista”, feminista, pós‑colonial, epistemográfica, epistópica…) da epistemologia como projecto filosófico e a proposta de uma epistemologia do Sul formulada por Boaventura de Sousa Santos, a partir de uma revisitação do pragmatismo filosófico enquanto forma mais radical de crítica da epistemologia convencional."



Lukács, G. Para uma ontologia do ser social I. São Paulo: Boitempo, 2012. 



Interdisciplinaridade, formação humana e emancipação humana - Ivo Tonet


Ontologia social e emergência na obra do último Lukács


Prolegômenos para uma ontologia do ser social: questões de princípios para uma ontologia hoje tornada possível.




Neurociencia



Macacos anestesiados acordam quando tiveram centros associados à consciência ativados


Pesquisas indicam diferenças substanciais entre os cérebros conservadores e progressistas. Ao ponto de cientistas conseguirem adivinhar em quem os voluntários votaram só com as neuroimagens. Conservadores tendem a possuir amígdalas maiores, indicando maior ansiedade e medo. Ao passo que progressistas possuem mais massa cerebral nas áreas responsáveis pelo processamento de relações complexas. Também foi verificado que conservadores tem mais atividade nas regiões relacionadas aos afetos familiares e circulos menores, enquanto os progressistas tem tendência a maior atividade nas regiões ligadas ao relacionamento social e coletivo.  Também já foi demonstrado que conservadores tendem a aceitar melhor as mudanças quando são levados a falar sobre situações em que estiveram fisicamente protegidos. Assim, pergunta-se: como artistas pode rever suas ações e criações de modo a incluir pessoas distantes do seu espectro politico? 
A postura belicosa poderia estar colocando mais lenha na fogueira? Uma atitude de busca de reconexão e mesmo de empoderamento narrativo do adversário poderia ajudar? Aumentar seu repertório junto com o nosso pode ser um caminho?


"nos democratas, a atividade das redes de neurônios-espelhos eram maiores em áreas conectadas a laços sociais mais amplos, como amigos e o mundo como um todo. Já nos republicanos, as células neurais acendiam mais intensamente nas regiões ligadas a laços restritos, como família e país. “
https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2018/10/13/noticias-saude,235560/cientistas-investigam-se-a-estrutura-do-cerebro-influencia-a-escolha-p.shtml



"Mais de 450 mil pessoas foram incluídas na pesquisa, que indiretamente, também aponta para um efeito negativo da corrupção: quando os participantes viviam próximos de pessoas honestas e prestativas, o estilo de vida saudável também era mais praticado."
https://meucerebro.com/quem-e-mais-infeliz-liberais-ou-conservadores-confira-alguns-estudos-polemicos/


"conservadores se tornam menos resistentes às mudanças quando são levados, primeiro, a relatar como se sentiriam sendo invulneráveis a danos físicos (...) a amígdala se torna ativa enquanto sentimos medo e ansiedade. O tamanho das amígdalas é correlacionado com o nível de conservadorismo social de uma pessoa."
https://www.deviante.com.br/noticias/a-ciencia-do-medo-nas-eleicoes-como-as-suas-emocoes-explicam-a-reascensao-do-conservadorismo-no-mundo/



Os liberais estão vinculados a uma maior uma região “que controla a incerteza e os conflitos”. “é concebível que tenham mais capacidade de tolerar a incerteza e os conflitos, o que lhes permite ter pontos de vista mais liberais”.
https://exame.abril.com.br/ciencia/liberais-e-conservadores-tem-estrutura-cerebral-diferente-2/



"aqueles que consideravam a religião como uma bússola da vida pareciam suprimir a rede cerebral utilizada para o pensamento analítico com o objetivo de envolver a rede no pensamento empático. Aqueles que não tinham qualquer tipo de ligação com a religião pareciam suprimir o pensamento empático a favor do pensamento analítico."
https://amenteemaravilhosa.com.br/efeitos-da-religiao-no-cerebro/


"Ativação da área de recompensa
Exames revelaram que os sentimentos espirituais ativaram o núcleo accumbens, região responsável pelo processamento dos circuitos de recompensa. Elas ativam os mesmos circuitos de recompensa do cérebro que o amor, o sexo, o jogo, as drogas e a música."
https://veja.abril.com.br/saude/a-fe-ativa-mesma-area-no-cerebro-que-o-sexo-e-as-drogas/


https://www.ted.com/talks/jonathan_haidt_on_the_moral_mind




Karpati, Falisha & Giacosa, Chiara & Foster, Nicholas & Penhune, Virginia & Hyde, Krista. (2015). Dance and the brain: A review. Annals of the New York Academy of Sciences. 1337. 10.1111/nyas.12632. 
https://www.researchgate.net/publication/273474028_Dance_and_the_brain_A_review


Máscaras mais antigas
https://www.nationalgeographic.com/news/2014/6/140610-oldest-masks-israel-museum-exhibit-archaeology-science/


Dança e neurociência
https://books.google.com.br/books?id=JzegDQAAQBAJ&pg=PA163&lpg=PA163&dq=brain+neuroscience+dance+actor+art&source=bl&ots=r80SlJlg0L&sig=ACfU3U2KuOR0Z59hSfLuEurZGyHnv0FWJw&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwixzL6tyK_nAhVJH7kGHZoFD60Q6AEwC3oECAcQAQ#v=onepage&q=Actor%20dance&f=false


Dança e neurociência
https://www.dana.org/article/the-dancing-brain/


Comunicação acústica em animais 
https://www.nature.com/articles/s41467-020-14356-3#disqus_thread



Dança coesão social
https://libgen.is/book/index.php?md5=75E5D780527C782A8BB78053B5F4A337


Gaivotas antifakenews
https://www.nature.com/articles/s41467-020-14414-w



Consciência 
https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpsyg.2018.01537/full



Último erectus
http://sciam.uol.com.br/identificado-na-indonesia-ultimo-local-de-ocorrencia-do-homo-erectus/


Acoustic comunicação 
https://www.nature.com/articles/s41467-020-14356-3#disqus_thread




GlóriaP. D. O Que nos Faz Humanos? Bases Empíricas e Evolutivas das Principais Transições da Linhagem Hominínia. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, v. 6, n. 1, p. 105-154, 10 dez. 2018.



Construcionismo social: uma crítica epistemológica - Gustavo Arja Castañon
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-389X2004000100008&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt 


Evolução darwiniana e ciências sociais - Walter Neves
http://ppga.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/sele%C3%A7%C3%A3o%202016/Neves%20Evolucao%20darwiniana.pdf 


Convergência entre biologia evolutiva e ciências sociais - MARF Cerqueira
https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/10445 


Abordagens biossociais na sociologia: biossociologia ou sociologia evolucionista? - ALR Lacerda - Revista Brasileira de Ciências Sociais, 2009
https://www.redalyc.org/pdf/107/10713662010.pdf 


Natureza humana e história: uma réplica à Sociobiologia - K Bock - 1982 - Zahar 
https://www.google.com/search?q=Natureza+humana+e+história%3A+uma+réplica+à+Sociobiologia+K+Bock+-+1982+-+Zahar&oq=Natureza+humana+e+história%3A+uma+réplica+à+Sociobiologia+K+Bock+-+1982+-+Zahar&aqs=chrome..69i57.1419j0j7&client=tablet-android-samsung&sourceid=chrome-mobile&ie=UTF-8 


“NEUROECONOMIA: Ensaio sobre a sociobiologia do comportamento” - Ana Maria Lourenço Paiva https://www.google.com/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://revistas.lis.ulusiada.pt/index.php/lee/article/download/482/452&ved=2ahUKEwjrmbPx5fTlAhWfF7kGHUblAzs4ChAWMAV6BAgHEAE&usg=AOvVaw3-vY_KnpiHjjzcs86G49kB Lukács, G. 


Para uma ontologia do ser social I. São Paulo: Boitempo, 2012. https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=yEhxCwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PT5&dq=ontologia+do+ser+social+biologia+evolu%C3%A7%C3%A3o+&ots=PbjbyycRn4&sig=_H3eMNznclTmOCMqaAc2a-nb844#v=onepage&q=ontologia%20do%20ser%20social%20biologia%20evolu%C3%A7%C3%A3o&f=false 


Interdisciplinaridade, formação humana e emancipação humana - Ivo Tonet
http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/4D44dj9pG358NlkDVG63.pdf


Ontologia social e emergência na obra do último Lukács
http://www.periodicos.usp.br/ss/article/download/78204/82279 


Prolegômenos para uma ontologia do ser social: questões de princípios para uma ontologia hoje tornada possível. https://books.google.com.br/books?id=fkhxCwAAQBAJ&lpg=PA9&ots=BLbDh7_Yfp&lr&hl=pt-BR&pg=PA9#v=onepage&q&f=true



Teoria da mente 
Are monkeys able to discriminate appearance from reality?


Trabalho (Sociologia)
http://www.sociologia.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=334

Psicologia Evolucionista
https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1111/j.0956-7976.2004.00734.x




Mente do Polvo
https://books.google.com.br/books?hl=pt-PT&lr=&id=DYV-DwAAQBAJ&oi=fnd&pg=PT5&dq=outras+mentes+peter+godfrey&ots=irVZ3lmogg&sig=xcGpk0ultrbzW-d1GviCcs-om3Y#v=onepage&q=Arte%20&f=false




Amizade animal
https://super.abril.com.br/ciencia/camera-noturna-flagra-coiote-e-texugo-viajando-em-dupla/


Regras morais evo
https://evolution-institute.org/the-seven-moral-rules-found-all-around-the-world/?utm_source=twitter.com&utm_medium=organic+social&utm_campaign=curry+gif



Diferença sexual inteligência 
https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/hbm.24462



Noologia
http://www.4pt.su/pt-br/content/introducao-sobre-noomaquia-licao-1-noologia-disciplina-filosofica-das-estruturas




A empresa chinesa mudou essa realidade com o método de mentoria artificial




 religião mais antiga do mundo: a Deusa-Mãe
https://universoracionalista.org/a-religiao-mais-antiga-do-mundo-a-deusa-mae/


Leao de stadel
https://www.cambridge.org/core/journals/cambridge-archaeological-journal/article/hohlensteinstadel-and-the-evolution-of-human-conceptual-thought/90D3E1C6AB39CA15F377A4A623AC4EB8


http://www.academia.edu/download/41188807/Kind_etal_LionMan_QU_61.pdf


http://repositorio.ual.pt/handle/11144/4285
http://www.periodicos.usp.br/rapsodia/article/download/106546/105144
http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/331244





Nervous system
"Um macaco que tem uma lesão na pata e descobre que, enquanto estiver ferido, não é atacado pelo macho dominante, continua mancando na frente dele depois de a ferida ter sarado completamente."
https://outline.com/tHtk9a



Teoria da mente
https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpsyg.2019.02144/full?utm_source=ad&utm_medium=fb&utm_campaign=ba_sci_fpsyg





Ethology, Interpersonal 
Neurobiology, and Play 
Insights into the Evolutionary 
Origin of the Arts 
2017
Ellen Dissanayake
"dois sistemas comportamentais descritos por etólogos - comportamento ritualizado e brincadeira - contribuíram para o meu pensamento sobre a interação ancestral mãe-bebê e seus fundamentos neurobiológicos, que são a base da minha hipótese. Proponho que, durante a evolução humana, substratos neurobiológicos para a comportamento de cuidar, presente em todos os mamíferos, foi cooptado, estendido e intensificado através do processo biológico de ritualização para se tornar um solução adaptativa humana que abordava o desamparo sem precedentes de lactentes humanos e sua necessidade de cuidados maternos prolongados após o nascimento (...) Eu afirmo que a interação mãe-bebê ritualizada - e os recursos que compartilha com o jogo - deu origem às artes. Sendo inatamente receptivo aos cinco dispositivos que caracterizam comportamentos ritualizados, os artistas alteram aspectos comuns de mundo cotidiano (objetos, lugares, sons e ações) deliberadamente fazendo-os extraordinários, como se traduzidos para outro domínio, que é então considerado especial, imaginário, elevado ou transfigurado. Eu chamo isso, que é  universalmente observável, de artificação da atividade transformadora. Ao contrário da maioria dos outros conceitos de arte, considera a arte como uma atividade e não exige que os resultados sejam qualificados ou bonito."
https://eric.ed.gov/?id=EJ1141577




Arte terapia


https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpsyg.2019.01203/full?utm_source=ad&utm_medium=fb&utm_campaign=ba_sci_fpsyg


Danca terapia
https://fro.ntiers.in/LSKu



IA na educação 
https://jornal.usp.br/radio-usp/inteligencia-artificial-ja-e-usada-para-melhorar-a-educacao/#.XjxDMkWKQ0o.facebook


Matemática visual
https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/matematica-visual-para-aprendizado/


Narrativa cerebro
https://virtual-illusion.blogspot.com/2017/10/o-cerebro-narrativo.html



Cortex Orbitofrontal
https://amenteemaravilhosa.com.br/cortex-orbitofrontal/




Mentira
https://theconversation.com/the-evolution-of-lying-14254


Seleção Natural não é motor da evolução, a mutação sim.
https://www.discovermagazine.com/the-sciences/mutation-not-natural-selection-drives-evolution?utm_source=dscfb&utm_medium=social&utm_campaign=dscfb





Uma análise realizada com um scanner indicou que os ossos de suas pernas eram similares a de humanos da atualidade, mas a estrutura dos braços era quase 16% mais forte do que de praticantes profissionais de esportes — esse índice salta para 30% quando comparado a pessoas que têm um estilo de vida comum. 




Psicologia Evolucionista
https://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1111/j.0956-7976.2004


Neurobio das emoções, 2008
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-60832008000200003&script=sci_arttext


Emoções no período escolar: estratégias parentais face à expressão emocional e sints de internalização e externalização da criança, 2005
https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/4926


Inteligência de ancestral humano medida pelo fluxo sanguíneoCientistas encontraram uma nova forma de estimar a inteligência dos nossos antepassados.
https://socientifica.com.br/2020/02/05/inteligencia-de-ancestral-humano-medida-pelo-fluxo-sanguineo/


Orbitofrontal
https://amenteemaravilhosa.com.br/cortex-orbitofrontal/


A cognição social e o córtex cerebral
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-79722001000200003&script=sci_arttext


O emocional e o social na idade escolar





Popper







Encontro com as ciências cognitivas: cognição, emoção e ação / organização Jonas Gonçalves Coelho, Mariana Claudia Broens. – 1. ed. – São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015.


DO SIGNIFICADO: NOVAS ABORDAGENS DAS EMOÇÕES E MáQUINAS


Psicologia evolucionista e as expressões faciais de 
emoções


https://www.researchgate.net/publication/256502671_Encontro_com_as_Ciencias_Cognitivas


Percepção emocional e processamento de informações emocionais no reconhecimento de expressões faciais: origens psicológicas do julgamento social
https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/26594



Arte  'alteraria seu ambiente de modo a promover uma expansão do alcance conceitual e perceptivo das mentes da população humana'


Acharam uma concha marcada com um padrão em ziguezague. Tem meio milhão de anos. Ja seria arte se fosse usada pra impressionar fêmeas?
http://portablerockart.blogspot.com/2014/12/homo-erectus-engraved-shell-from-java.html


Primeira cena de caça em representações pictóricas
https://tinyurl.com/u8yyaqa
Aubert, M., Lebe, R., Oktaviana, A.A. et al. Earliest hunting scene in prehistoric art. Nature, 2019


Primeiro 'objeto de arte' portátil
https://tinyurl.com/v3zqtml
Harald Floss, « The Oldest Portable Art: the Aurignacian Ivory Figurines from the Swabian Jura (Southwest Germany) », Palethnologie [En ligne], 7 | 2015


https://tinyurl.com/utkwgpu
GlóriaP. D. O Que nos Faz Humanos? Bases Empíricas e Evolutivas das Principais Transições da Linhagem Hominínia. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, v. 6, n. 1, p. 105-154, 10 dez. 2018.


https://tinyurl.com/y7xjztfj
Joordens, J., d’Errico, F., Wesselingh, F. et al. Homo erectus at Trinil on Java used shells for tool production and engraving. Nature 518, 228–231, 2015


https://tinyurl.com/wj6o73r
MCBREARTY, S.; BROOKS, AS. 2000. The revolution that wasn’t: a new interpretation of the origin of modern human behaviour. Journal of Human Evolution, 39:453-563


https://tinyurl.com/ufkfje5
 Gottschall, Jonathan; The storytelling animal: how stories make us human - ; First Mariner Books edition 2013


https://tinyurl.com/v7ogaff
GARRABÉ Laure. This is not performance. This is culture. A performance ao prisma da cultura popular em uma forma de expressão tradicional pós-escravagista (Louisiana, EUA). Resumos aprovados para o GT Etnocenologia no VIII Congresso da ABRACE, 2014


https://tinyurl.com/vmfpd75
ICLE, Gilberto. Etnocenologia da Presença. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Resumos aprovados para o GT Etnocenologia no VIII Congresso da ABRACE, 2014


https://tinyurl.com/wxlv6j9
Robichaud, Alyssa. Art, Mind and Evolution, Master of Arts thesis in Philosophy, 2017 


https://tinyurl.com/uto7lbs
Shiner, Larry (2008). Western and non-western concepts of art. In Alex Neill & Aaron Ridley (eds.) Pag 466



"Enquanto agita a bandeira da descolonização do pensamento e nos alimenta com uma fonte inesgotável de alteridade radical, (...) permanece aferrado à disciplina antropológica (...) Resta-nos, então, a esperança de que se indiscipline."
https://umaincertaantropologia.org/2016/02/13/viveiros-indisciplina-te-geac/
https://tinyurl.com/sza7owv
'Viveiros, indisciplina-te!' Por Alex Martins Moraes e Juliana Mesomo no GEAC - ANTROPOLOGIA CRÍTICA, 2016


Nature:
https://www.nature.com/articles/d41586-019-03826-4


DW
https://tinyurl.com/ujwu3s8


Nexo
https://outline.com/5HRSPA


Mais


https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/j.1469-7580.2009.01099.x


https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=nZi1AQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP1&dq=aesthetics+art+and+evolution+brain&ots=wyKqgI-iq8&sig=BqGzmHKMj-mHh5gJW2ZgU99tcug#v=onepage&q=aesthetics%20art%20and%20evolution%20brain&f=false






GARRABÉ Laure. This is not performance. This is culture. A performance ao prisma da cultura popular em uma forma de expressão tradicional pós-escravagista (Louisiana, EUA). Resumos aprovados para o GT Etnocenologia no VIII Congresso da ABRACE, 2014
http://www.portalabrace.org/1/index.php/encontros/viii-congresso-da-abrace/gt-etnocenologia/1016-comunicacao-em-gt-this-is-not-performance-this-is-culture-a-performance-ao-prisma-da-cultura-popular-em-uma-forma-de-expressao-tradicional-pos-escravagista-louisiana-eua



ICLE, Gilberto. Etnocenologia da Presença. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Resumos aprovados para o GT Etnocenologia no VIII Congresso da ABRACE, 2014
https://tinyurl.com/vmfpd75


http://www.portalabrace.org/1/index.php/encontros/viii-congresso-da-abrace/gt-etnocenologia/489-etnocenologia-da-presenca

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